Toda intervenção começa com uma avaliação que integra aspectos cognitivos, comportamentais, emocionais e funcionais, orientando as decisões clínicas de forma individualizada.
O plano terapêutico é constantemente ajustado conforme a evolução do paciente, baseando-se na resposta clínica e nas demandas que surgem ao longo do processo.
O paciente é maior que o diagnóstico. Podemos ajudar a família a definir prioridades e organizar objetivos. Nosso gerenciamento considera um olhar multidimensional e longitudinal, conectando as diferentes frentes do cuidado e ajustando o plano terapêutico conforme a criança cresce e novas demandas surgem.
A seleção das estratégias terapêuticas considera a melhor evidência científica disponível, aliada à experiência clínica e às necessidades específicas de cada um.
A avaliação é realizadas através de testes padronizados, observação clínica que utiliza medidas específicas de comportamento. O objetivo é o diagnóstico funcional, que direciona prioridades nas escolhas de intervenções e objetivos terapêuticos.
A intervenção integra recursos da Terapia Cognitivo-Comportamental e estratégias cognitivo-comportamentais e instrucionais baseadas em evidências, selecionadas de acordo com os objetivos terapêuticos.
A intervenção combina estratégias comportamentais e cognitivo-comportamentais, integrando o treino de habilidades sociais ao desenvolvimento da cognição social, com ênfase na compreensão de diferentes elementos presentes nas interações. Mais do que o ensino de comportamentos sociais específicos, o foco está na construção de repertórios flexíveis, com maior consciência e autorregulação diante das situações sociais.
Apoio ao desenvolvimento de habilidades necessárias para seguir para vida adulta , como autonomia, relações sociais, regulação emocional e participação na comunidade, com melhor aproveitamento quando iniciado precocemente